terça-feira, 16 de janeiro de 2018

SÍRIA RECEBE ARMAMENTOS PESADOS - Maior avião turboélice no mundo aterrissa na Síria (FOTO)


An-22 Antei (foto de arquivo)

Maior avião turboélice no mundo aterrissa na Síria (FOTO)


O legendário avião russo An-22 Antei aterrissou no aeroporto sírio de Hmeymim, informou o blogueiro libanês Wael Al Hussaini, que conseguiu filmar a aeronave, capaz de transportar cargas pesadas, tais como os sistemas S-400 e tanques T-90.

Al Hussaini supôs que o An-22 regressou à Rússia no mesmo dia que foi visto na base de Hmeymim, ou seja, em 13 de janeiro.

De acordo com a agência russa Vestnik Mordovi, não se sabe que carga o avião transportou à Síria.

Segundo informações do portal, as Forças Armadas russas têm ao seu serviço no momento dois aviões An-22 Antei. Apesar de terem quase 40 anos, os An-22 Antei continuam realizando missões junto com aeronaves mais modernas.

"Aqueles que viram este avião ao vivo, geralmente, não conseguem disfarçar sua admiração", é assim que a edição russa descreve a aeronave, acrescentando que ela é capaz de levantar cargas de 60 toneladas e transportá-las a distâncias de mais de 5.000 km a uma velocidade de 560 km/h.

No vídeo abaixo você pode ver a dificuldade que o avião consegue superar ao decolar com uma carga tão pesada nas condições de vento lateral fortíssimo.
  Wael Al Hussaini @WaelAlHussaini

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DOLLAR DESVALORIZADO - Dólar está 'doente'? Moeda dos EUA atinge menor cotação desde 2014


Dólar

Dólar está 'doente'? Moeda dos EUA atinge menor cotação desde 2014


A taxa de câmbio do dólar em relação ao euro atingiu o nível mais baixo desde dezembro de 2014.

Esta desvalorização da moeda norte-americana ocorreu devido à possibilidade de a UE poder endurecer sua política monetária mais cedo do que o previsto. 

Em 15 de janeiro um euro valia 1,2224 dólares que, ou seja, se observa um aumento de 0,0022 dólares em comparação com a taxa de câmbio registrada na bolsa de Nova York durante a sessão anterior (1,2202 dólares por 1 euro).


Na sequência das declarações de Haruhiko Kuroda, governador do Banco do Japão, a taxa de câmbio do iene japonês em relação ao dólar também bateu um recorde dos últimos quatro meses.


Em particular, Kuroda fez uma previsão positiva quanto à economia e inflação no seu país, informou a agência Reuters. Segundo o governador do Banco Central do Japão, o crescimento moderado da economia japonesa continuará, enquanto a inflação alcançará dois por cento em breve. Nestas circunstâncias, a taxa de câmbio do euro em relação ao iene caiu de 135,52 ienes para 135,31 ienes em 12 de janeiro, enquanto a cotação do dólar face à moeda japonesa baixou de 111,06 ienes para 110,71.

Quanto à moeda chinesa, o yuan também alcançou seu valor máximo dos últimos dois anos na bolsa de Xangai. A taxa de câmbio da moeda chinesa aumentou 0,67% em relação ao dólar, alcançando 6,4138 yuanes por dólar, informou a agência Bloomberg.

EXCLUSÃO DO DOLLAR NA UEE JÁ OCORREU EM 75% - Rússia planeja por fim à dependência do dólar e euro


Moeda de rublo em frente ao Kremlin, em Moscou

Rússia planeja por fim à dependência do dólar e euro


As transações em rublos na União Econômica Eurasiática (UEE) aumentaram significativamente nos últimos seis anos. As sanções ocidentais impostas à Rússia também contribuíram para essa tendência, disse Olga Samofalova, colunista do jornal russo Vzglyad.

A participação do rublo russo na estrutura monetária dos pagamentos na UEE aumentou de 56% para 75% nos últimos seis anos. A participação do dólar diminuiu de 35% para 19% no mesmo período, segundo um relatório do Centro de Estudos de Integração do Banco de Desenvolvimento Euroasiático.

Segundo os dados do Banco, as transações entre os países da UEE em rublos equivalem a mais de 69 bilhões de dólares (R$ 223 bilhões). Em dólares norte-americanos têm um valor de cerca de 18 bilhões (R$ 58 bilhões), enquanto as realizadas em euros estão estimadas em cinco bilhões de euros (R$ 16 bilhões).


A UEE é composta por cinco países: Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O uso das moedas nacionais pelos membros da organização nas transações mútuas é vantajoso para as empresas: reduzem-se os riscos cambiais, bem como diversas barreiras econômicas e regulamentares. Além disso, ajuda as economias da UEE a fortalecer os índices macroeconômicos e a desenvolver os mercados financeiros locais, sublinhou o colunista.

A introdução das sanções antirrussas impostas em 2014 pelos países ocidentais também contribuiu para a política russa de redução da dependência do dólar, lançada em 2011.

A analista acrescentou que o interesse pelo rublo como moeda de transações nos países da EUU está crescendo. Se a proporção do rublo continuar aumentando ao mesmo ritmo, em 2023-2025 a UEE poderia passar completamente para o comércio em rublos, pelo menos com a Rússia, disse Samofalova.

"O desaparecimento do dólar e do euro das transações dentro da UEE dependerá, em primeiro lugar, da estabilidade da economia na Rússia e dos outros países da união e, em segundo lugar, da política de sanções ocidentais. Quanto mais duras e prolongadas forem as sanções, mais fraca será a participação do dólar nas transações entre os países da Comunidade dos Estados Independentes", explicou a vice-diretora do departamento de análise da empresa Alpari, Nataliya Milchakova.


Para ela, é muito cedo para excluir o dólar das transações entre os países da UEE, enquanto o euro parece estar sendo substituído pelas moedas nacionais.

Milchakova não excluiu também a possibilidade de criação de uma criptomoeda supranacional no âmbito da UEE.

A autora do artigo reconhece que a moeda norte-americana continua dominando no comércio exterior da Rússia com todos os países do mundo. Entretanto, é evidente que a participação do dólar nas transações diminuiu de 80% em 2013 para 69,2% em 2016.

Samofalova sublinhou também que a Rússia não é o único país que depende do dólar. Muitos países, incluindo a China, falam de uma redução desta dependência.


Entretanto, cerca de 70% de todas as transações comerciais do mundo são realizadas em dólares. O euro representa apenas 20%, enquanto as outras 16 moedas livremente conversíveis representam 10%.


"Por isso o êxito da Rússia em se libertar do jugo do dólar, pelo menos no território dos países da UEE, é um grande sucesso”, sublinhou a analista.

Para fortalecer o papel das moedas nacionais é necessário desenvolver o mercado de capitais, a disponibilidade de empréstimos em moedas nacionais, bem como projetos comuns no setor real e de infraestruturas, concluiu ela.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

PALESTINA - OLP não vai mais reconhecer Israel até o mesmo status ser concedido à Palestina


Presidente Palestino Mahmoud Abbas preside na reunião da Organização para a Libertação da Palestina em Ramallah

OLP não vai mais reconhecer Israel até o mesmo status ser concedido à Palestina


O Comitê Executivo da Organização de Libertação da Palestina (OLP) decidiu congelar o reconhecimento do Estado de Israel até que se reconheça o Estado da Palestina, informou à Sputnik o conselheiro do presidente palestino, Mahmoud Abbas, Nabil Shaath.

O Comitê Executivo da organização se reuniu por dois dias em Ramallah para responder à proclamação de Jerusalém como a capital de Israel pelos Estados Unidos.


O relatório final diz que Israel deve reconhecer o estado palestino nas fronteiras de 4 de junho de 1967, bem como reconhecer Jerusalém Oriental como a capital palestina e pôr fim às colônias judaicas dos territórios ocupados. A OLP também declarou suspensos os acordos assinados em Oslo, Cairo e Washington para transição no conflito.

O documento também renovou a decisão de suspender a coordenação da segurança com Israel nos territórios ocupados, uma medida tomada em março de 2015, mas que o presidente Mahmoud Abbas não tem respeitado desde então. O Comitê também exortou quebrar o relacionamento de dependência econômica em relação a Israel assumido com o Acordo Econômico de Paris, a fim de criar uma economia própria.

A OLP rejeitou o "regime do apartheid" criado por Israel e a "todos os tipos de situações transitórias sugeridas pelo Estado judeu, incluindo o das fronteiras provisórias, bem como o reconhecimento de Israel como um estado judeu".

AFEGANISTÃO E EUA, UMA "PIADA" QUE NINGUÉM ENGOLE - 'Não conseguiríamos manter nosso exército durante 6 meses sem apoio dos EUA'


Treinamento dos futuros soldados da Força Aérea do Afeganistão

AFEGANISTÃO E EUA, UMA "PIADA" QUE NINGUÉM ENGOLE - 'Não conseguiríamos manter nosso exército durante 6 meses sem apoio dos EUA'

UMA FALSA GUERRA - UM FALSO PROBLEMA - UM FALSO OBJETIVO, que os "Judeus Sionistas de Israel", ludibriam os EUA e o mundo todo. Nunca houve terroristas no Afeganistão e nem Bin Laden derrubou as "Torres Gêmeas" em 11 de setembro, eles mesmos implodiram as torres, quando "STEVEN SPIELBERG" fez um roteiro espetacular para justificar o ataque ao Afeganistão e ao Iraque, do Iraque roubam o "Petróleo" e do Afeganistão roubam a "Heroína" que o país produz, algo em torno de 150 bilhões de doses anuais que rendem aos Judeus no tráfico internacional, nada menos que 15 trilhões de dólares anuais, e usam os aviões militares como "MULA" para carregar e distribuir a droga, segurança absoluta, eis aí o motivo real da invasão do Afeganistão, e ainda danificam e explodem seus próprios armamentos, para que os EUA comprem novas armas que eles mesmos fabricam, levando os americanos a gastos extratosféricos e impagáveis, no frigir dos ovos, os EUA ficam com as despesas e os prejuízos e os Judeus ficam com os lucros.

ABAIXO AS MENTIRAS DOS COMPARSAS E ASSECLAS DOS JUDEUS, PUBLICADAS EM LETRAS GARRAFAIS NA MÍDIA JUDAICO SIONISTA

Sem o apoio financeiro dos EUA, o exército afegão não conseguirá manter-se mais do que seis meses, declarou o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, em entrevista com o canal de televisão CBS.

"Não conseguiríamos manter nosso exército por seis meses sem apoio e capacidades dos EUA", destacou.

"Sim. Porque não temos dinheiro", respondeu o presidente explicando a razão.


Ao mesmo tempo, o presidente afegão sublinhou que o país "não precisa de outros [países] para conduzir suas batalhas".

De acordo com Ashraf Ghani, combatentes de 21 organizações terroristas operam no território do país.

Segundo indica o canal, em 2017 houve um período quando apenas em quatro meses mais de 4.000 policiais e militares afegãos ficaram feridos e 2.500 morreram.

Ao comentar essa situação, o presidente avisou que isso continuará até que "a segurança do Afeganistão seja garantida".

"Tão longo, quanto necessário [lutar]. Durante gerações, se for preciso", concluiu.

Kim Jong-un revela-se comedido e inteligente e dribla o bufão TRUMP


Bandeira da Coreia do Norte

Manobra contra EUA: como Coreia do Norte superou pressão de Washington, Kim Jong-un revela-se comedido e inteligente, exatamente o contrário do bufão e falastrão que dá chiliques de 3 pulinhos e não sai do lugar...


O início do ano foi marcado pelo melhoramento evidente nas relações entre Seul e Pyongyang. Quem diria que Kim Jong-un seria o primeiro a dar um passo em frente! Apesar dos êxitos indiscutíveis do diálogo intercoreano, há muitos assuntos que permanecem em impasse.

As duas Coreias realizaram negociações diretas pela primeira vez em dois anos. O presidente Trump não demorou a tentar se apropriar deste êxito. No entanto, os passos para o diálogo foram empreendidos não graças ao presidente dos EUA, mas a despeito dele.

Fator crucial: Sem mediadores

Apesar de o líder norte-americano dizer que é um mérito dele, as negociações diretas entre as Coreias foram, pelo contrário, uma manobra dirigida contra Washington, considera o presidente do Centro de Comunicações Estratégicas, Dmitry Abzalov.


A situação em torno da península coreana se agravou de tal forma que fez com que não apenas os países vizinhos, mas também toda a comunidade internacional admitisse a possibilidade de um conflito real. As ações e declarações ignóbeis de Donald Trump contribuíram para a formação de uma imagem negativa dos EUA neste conflito.

SUL COREANOS VEEM EUA NEGATIVAMENTE

"Isto formou uma imagem negativa de Donald Trump. Kim Jong-un, se dando conta disso, passou à ‘ofensiva pacífica', deixando os EUA mal vistos", opina o ex-diretor do Instituto sul-coreano para Reunificação das Coreias, Song Gye-un.

FRACASSO FENOMENAL DE TRUMP

A política da Casa Branca se reduzia, de fato, afirma Abzalov, a acabar totalmente com o diálogo entre duas Coreias. O fato de Seul e Pyongyang terem conseguido encontrar um jeito de negociar mostra muito claramente que a política dos EUA nesta área foi ineficaz e fracassou.

O SEGREDO DO SUCESSO INTERCOREANO FOI ISOLAR OS AMERICANOS E NEGOCIAR DIRETAMENTE

"A Coreia do Sul realizou negociações diretas, sem mediadores, sem a participação dos EUA. Seul se apresentou como jogador autossuficiente e isso é plenamente justificado, pois, em caso de conflito, a Coreia do Sul sofrerá pouco menos do que a Coreia do Norte. E Washington praticamente foi posto de parte, o que resta a Trump é apenas saudar o restabelecimento do diálogo intercoreano", frisa Dmitry Abzalov.

Peso das sanções e cisões familiares

A Coreia do Norte superou a pressão dos EUA, mas a que preço?— perguntam os colunistas da Sputnik Vladimir Ardaev e Andrei Olfert. Para Song Gye-un, os passos de Kim Jong-un rumo ao diálogo são forçados, porque o líder norte-coreano espera a atenuação das sanções.


O país juche vive por muitos anos sob o peso das sanções. De acordo com os poucos viajantes que foram lá, os cidadãos norte-coreanos são pessoas muito abertas e simpáticas, mas, ao mesmo tempo, eles não têm noção do que passa no mundo. 

Apesar de que o mundo ocidental costuma apresentar a Coreia do Norte como país onde as pessoas passam fome, elas realmente têm pouca diversidade de produtos, mas têm o suficiente para viver uma vida normal.

Durante as negociações em Panmunjeom as delegações acordaram em restabelecer a linha de comunicação entre os militares e realizar consultas para diminuir a tensão, bem como a continuação de consultas de alto nível, o reinício do diálogo na área humanitária e esportiva. Durante os Jogos Olímpicos de inverno, Seul concordou em suspender uma série de restrições e iniciar passos correspondentes no Conselho de Segurança da ONU.

Mas houve temas em que não se chegou a consenso. Entre eles, a desnuclerização da península foi um dos assuntos que a parte norte-coreana simplesmente ignorou. Vale lembrar que Kim Jong-un declarou várias vezes que a Coreia do Norte nunca deixará de desenvolver e reforçar seu potencial nuclear. Para ele, na opinião de todos os analistas, as armas nucleares são a garantia mais sólida da segurança do país.


Outro assunto importante nas relações entre as Coreias são os encontros das famílias divididas pela guerra. Estes encontros se realizam de vez em quando (dependente do estado das relações entre os dois países) desde 1980. As negociações em Panmunjeom não esclareceram se haverá mais um encontro e, caso haja, quando será.

Ainda não se sabe se será alcançado um compromisso quanto aos encontros entre familiares, dadas as condições que Pyongyang apresenta. Os especialistas têm diversos pontos de vista em relação ao assunto: uns dizem que o encontro exige muitos recursos financeiros e, se Seul acordar cobrir os gastos, Pyongyang pode aprovar a realização do encontro; outros, ao contrário, acreditam que isso é pouco provável.

O mais importante, segundo analistas, é que, mesmo depois dos Jogos Olímpicos de inverno, a Coreia do Norte continuará as negociações e se focará no desenvolvimento da cooperação econômica com os países parceiros nos diversos projetos energéticos e ferroviários.