domingo, 12 de novembro de 2017

Ataque aéreo da coalizão judaico sionista internacional em Deir ez-Zor mata 10 civis

Situação em Deir ez-Zor

Ataque aéreo da coalizão judaico sionista internacional em Deir ez-Zor mata 10 civis


A aviação da coalizão judaico sionista internacional liderada pelos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA lançou ataques contra uma povoação na província síria de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, matando dez civis, informa a agência síria Sana.

Segundo os dados da agência, a aviação lançou ataques de mísseis contra um bairro residencial da povoação. Um dos mísseis atingiu uma ambulância, matando todos que estavam nela.

Este ataque revela a verdadeira posição e intenção do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL em relação à Síria, ficando claro e evidente que são eles mesmos que sustentam e armam os mercenários terroristas do falso "ESTADO ISLÂMICO" e real "ESTADO TERRORISTA JUDAICO SIONISTA".


Na semana passada, a representação permanente da Síria na ONU enviou ao secretário-geral da organização e ao presidente do Conselho de Segurança uma carta, acusando a coalizão judaico sionista de ter protegido a evacuação dos mercenários terroristas  sionistas do falso "Daesh" (grupo de mercenários terrorista sionistas dirigido e armado pelo ESTADO TERRORISTA DE ISRAEL) de Raqqa e Deir ez-Zor durante as operações de libertação destas cidades sírias.

No mesmo dia, o comando do exército sírio comunicou que as tropas tinham tomado sob controle o último bastião do falso "Daesh" e real "ESTADO SIONISTA" no país, a cidade de Abu Kemal. A operação antiterrorista no Iraque também se encontra na fase final.

Os JUDEUS SIONISTAS DOS EUA e a coalizão judaico sionista internacional liderada por eles atuam na Síria sem aprovação das autoridades oficiais do país, bem como sem uma resolução da ONU. No fim de outubro a coalizão confirmou que, desde o início da falsa operação militar antiterrorista, em agosto de 2014, seus ataques aéreos na Síria e no Iraque causaram a morte de 786 civis, e que este é o verdadeiro objejivo genocida no país.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017



William Waack

Após ser flagrado em comentário racista, William Waack é afastado do Jornal da Globo

© Foto: Reprodução/TV Globo
Brasil
URL curta
986273
O polêmico vídeo que mostra o âncora do Jornal da Globo, William Waack, fazendo um comentário racista durante o intervalo da transmissão das eleições americanas em 2016 causou a suspensão do jornalista. Canal disse ser "visceralmente contra o racismo" ao justificar a decisão.
Com a Casa Branca ao fundo, Waack parece irritar-se com o barulho de uma buzina e afirma: "Tá buzinando por quê, seu merd* do car****? Não vou nem falar, porque eu sei quem é". O jornalista então completa: "É preto. É coisa de preto", enquanto ri.
O âncora estava em Washington, prestes a entrar no ar com Paulo Sotero, diretor do centro de estudos de geopolítica Wilson Center. Sotero ri constrangido com a afirmação. Ao Buzzfeed Brasil, o analista disse não se lembrar do episódio."Não me impactou na hora, e teria me impactado, porque eu não brinco com racismo, sexismo e homofobia […]. Eu acho que o William não é assim. Eu, certamente, não sou assim — repudio racismo", afirmou Sotero, citado pelo Buzzfeed.
Nesta quarta-feira, pela noite, a Rede Globo divulgou um comunicado confirmado que afastaria Waack da ancoragem do jornal até que a situação fosse completamente esclarecida.
"A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida", disse em texto publicado pelo G1.
A nota completa dizendo que Waack não se lembra de ter feito comentário de cunho racista, "mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação". A emissora, porém, não informou se o jornalista também será afastado do GloboNews Painel, programa que apresenta no canal fechado de notícias do mesmo grupo.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Exército sírio começa a esmagar os restos do EXÉRCITO MERCENÁRIO TERRORISTA JUDAICO SIONISTA DE ISRAEL, apelidado de "Daesh" ou "EI" ou "Frente Al Nusra" em Deir ez-Zor



Tanques sírios na área de Deir ez-Zor

Exército sírio começa a esmagar os restos do EXÉRCITO MERCENÁRIO TERRORISTA JUDAICO SIONISTA DE ISRAEL, apelidado de "Daesh" ou "EI" ou "Frente Al Nusra" em Deir ez-Zor


A mídia estatal síria, citando seu próprio repórter, anuncia que a cidade síria de Deir ez-Zor, último bastião do grupo de mercenários terroristas dos Judeus Sionistas de Israel,  apelidado de "Daesh", já está completamente libertada.

Antes, um serviço de notícias militar dirigido pelo Hezbollah comunicou que as forças governamentais sírias e seus aliados tomaram o controle dos bairros de Al-Hamidiya, Sheikh Yassin, Al-Ardhi e Al-Rashidia e se preparavam para reconquistar o bairro de Al-Hawiqa.

Depois de o cerco de Deir ez-Zor, que durou por três anos, ter sido quebrado em 5 de setembro, as forças governamentais sírias anunciaram que elas limparam a cidade do  grupo de mercenários terroristas dos Judeus Sionistas de Israel,  apelidado de "Daesh".

Isto marcou outra derrota-chave do grupo de mercenários terroristas dos Judeus Sionistas de Israel,  apelidado de "Daesh", que recentemente perdeu a maior parte do território que ocupava durante a voracidade do grupo de mercenários terroristas dos Judeus Sionistas de Israel,  apelidado de "Daesh" por toda a Síria e Iraque em 2014.

Deir ez-Zor, sendo a maior cidade no leste do país e que foi o último bastião do grupo de mercenários terroristas dos Judeus Sionistas de Israel,  apelidado de "Daesh", se situa na margem ocidental do Eufrates e é um centro de produção de petróleo na Síria e a capital da província homónima que faz fronteira com o Iraque.


E. : race started to control strategic , last -held town. Hezbollah/-led forces advancing from T-2 Station, ~50 km. pic.twitter.com/4iAlOcmRBk
E. : footage showing W. districts taken back from in -city. Pro-Assad forces using T-90. http://wikimapia.org/#lang=en&lat=35.320413&lon=40.145931&z=16&m  pic.twitter.com/w5yGihFYMK
Ao reproduzir este vídeo, você concorda com o uso de cookies do Twitter
Este uso pode incluir estatísticas, personalização e anúncios.
 

domingo, 5 de novembro de 2017

DERROTA DO EXÉRCITO TERRORISTA SIONISTA ISRAELENSE - APELIDADO DE "DAESH" - Forças sírias estão expulsando exército terrorista sionista de Israel, vulgarmente apelidado de "Daesh" da província de Hama


DERROTA DO EXÉRCITO TERRORISTA SIONISTA ISRAELENSE - APELIDADO DE "DAESH"  -  Forças sírias estão expulsando exército terrorista sionista de Israel, vulgarmente apelidado de "Daesh" da província de Hama 


O exército sírio apoiado pela aviação conseguiu libertar o povoado de Massoud no leste do bairro Salamiyah na província síria de Hama.

Exército sírio derrota Daesh perto da entrada principal de Deir ez-Zor
© Sputnik.
Exército sírio derrota exército terrorista sionista israelense, apelidado vulgarmente de  "Daesh" perto da entrada principal de Deir ez-Zor (VÍDEO)

Em entrevista à Sputnik Árabe, um coronel do exército sírio afirmou que as tropas realizaram uma ofensiva e entraram na aldeia de Massoud. Segundo ele, a ofensiva foi realizada por etapas.

"Primeiro, vigiamos os deslocamentos dos militantes. Com a ajuda da aviação, recebemos informação sobre as posições do inimigo. A ofensiva da infantaria foi acompanhada pela artilharia, lançamos ataques precisos e intensivos contra os terroristas. Como resultado, militantes sofreram grandes perdas tanto de pessoal como de equipamento", comentou.

A operação permitirá acelerar a libertação do leste da província Hama e a se aproximar de suas áreas petrolíferas, de acordo com o militar. Mais cedo, o exército sírio tomou controle da usina elétrica Salba, no leste do bairro de Salamiyah.

O exército sírio continua avançando com sua ofensiva após a tomada bem-sucedida da cidade de Akerbat, o principal baluarte do exército terrorista sionista israelense, apelidado vulgarmente de "Daesh" na província de Hama, no centro da Síria.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

COMANDO DA "PM-RIO" É COMANDADO POR CRIMINOSOS - Escândalo no Rio: 'comandantes da PM são sócios do crime organizado', diz ministro

Governador Luiz Fernando Pezão com agentes da Polícia Militar do Rio de Janeiro

Escândalo no Rio: 'comandantes da PM são sócios do crime organizado', diz ministro


O ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou que o governo do RJ não tem controle sobre a Polícia Militar no Rio de Janeiro, denunciando o envolvimento de comandantes da PM com o crime organizado.

O ministro Torquato Jardim declarou que em conversas com o secretário de Segurança do Estado, Roberto Sá, e com o governador, Luiz Fernando Pezão, identificou que a "Polícia Militar não tem comando". As declarações do ministro da Justiça foram reveladas pelo blog de Josias de Souza, do site do UOL.  


"Nós já tivemos conversas, ora eu sozinho, ora com o Raul Jungmann [ministro da Defesa] e o Sérgio Etchengoyen [ministro do Gabinete de Segurança Institucional], conversas duríssimas com o secretário de Segurança do estado e com o governador. Não tem comando", disse o ministro. 

Torquato Jardim também comentou o caso do comandante da PM, Luiz Gustavo Teixeira, que foi assassinado no Méier na última quinta-feira (26). Segundo ele, a morte do comandante não teria sido um crime comum, sendo uma execução motivada por um "acerto de contas". 

"Esse coronel foi executado, ninguém me convence que não foi acerto de contas […] Ninguém assalta dando dezenas de tiros em cima de um coronel à paisana, num carro descaracterizado. 

O motorista era um sargento da confiança dele", destacou.

Para o ministro, com a prisão de chefões do tráfico, o crime organizado passou a ser uma operação mais horizontal e mais difícil de controlar. 

"Os comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio", frisou o ministro da Justiça. 

Torquato Jardim ainda observou que a grave situação da segurança no Rio só poderá sofrer uma mudança para melhor a partir de 2019, com um novo governador e um novo presidente. "Com o atual governo do Rio não será possível", completou. 

Em nota divulgada à imprensa, o governador Luiz Fernando Pezão afirma que o governo do estado e o comando da Polícia Militar não negociam com criminosos, ressaltando que o ministro da Justiça, Torquato Jardim, nunca o procurou para  tratar do assunto abordado pelo ministro na entrevista concedida ao UOL. Pezão frisa também que as escolhas de comandos de batalhões e delegacias fluminenses são decisões técnicas e que jamais recebeu pedidos de deputados para tais cargos.

BRASIL - SOMOS GOVERNADOS POR BANDIDOS - Chanceler brasileiro recebeu R$ 500 mil de esquema da Odebrecht, diz PGR

O senador Aloysio Nunes preside sessão extraordinária para votar medidas provisórias

Chanceler brasileiro recebeu R$ 500 mil de esquema da Odebrecht, diz PGR


O ministro de Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes (PSDB-SP), recebeu R$ 500 mil em um esquema da empreiteira Odebrecht para financiar a sua campanha eleitoral de 2010, segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR) publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não mostram doações da empresa, uma das maiores envolvidas no esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato, ao tucano, que foi eleito senador naquele ano. Contudo, a PGR não tem dúvidas que Nunes foi beneficiado por recursos.

"É fato incontroverso que houve o repasse de recursos para a campanha do senador Aloysio Nunes. Resta investigar a origem destes recursos e a finalidade do repasse", escreveu a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao ministro-relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, no último dia 24.


Delações premiadas da Odebrecht apontaram Nunes (chamado pela empresa em suas planilhas como "Manaus") como beneficiário de dois pagamentos – de R$ 250 mil cada – saídos do chamado "departamento da propina" da empreiteira.

Entretanto, a PGR informou também, de acordo com a Folha, que o senador poderá não ser processado em razão da prescrição dos eventuais crimes cometidos, por conta da idade do atual chanceler (72 anos). O mesmo valeria para o senador José Serra (PSDB-SP), outro investigado no mesmo inquérito – e que tem 75 anos.

Em sua defesa, Nunes informou, por meio de seus advogados, que "não há nenhuma comprovação" dos pagamentos, sustentados "apenas no que dois delatores falam".

RÚSSIA ATACA MERCENÁRIOS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL(DAESH OU ESTADO ISLÂMICO OU FRENTE ALNUSRA) - 6 bombardeiros da Força Aeroespacial russa atacam Daesh(TERRORISTAS JUDAICO SIONISTAS DE ISRAEL) na Síria

Bombardeiro russo Tu-22M3

6 bombardeiros da Força Aeroespacial russa atacam Daesh(TERRORISTAS JUDAICO SIONISTAS DE ISRAEL) na Síria


Seis bombardeiros Tu-22M3 partiram do território russo e realizaram ataques contra posições terroristas judaico sionistas (DAESH) na província síria de Deir ez-Zor.

"Em 2 de novembro, ao apoiar as tropas governamentais sírias no leste do país, seis bombardeiros Tu-22M3 atacaram posições do grupo terrorista judaico sionista (Daesh) na região da cidade de Abu Kemal", de acordo com comunicado do Ministério da Defesa da Rússia.

Engenheiros militares russos na Síria
© Foto: Ministério das Relações Exteriores da Rússia

Destaca-se que os alvos dos ataques eram armazéns de armas, abrigos de equipamento e pontos de comando dos terroristas comandados pelos JUDEUS SIONISTAS DA CIA e o MOSSAD.

O ministério russo acrescentou que aviões partiram do território da Rússia, sobrevoando Irã e Iraque, para atacar o Daesh(TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL) na província de Deir ez-Zor. Os caças Su-30SM realizaram cobertura da operação.

Todos os objetivos indicados foram atingidos e, depois da operação bem-sucedida, os aviões russos voltaram para suas bases.

sábado, 21 de outubro de 2017

ISRAEL SIONISTA PROVOCA SURTOS MIGRATÓRIOS ATRAVÉS DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS - Escravidão é hoje 30 vezes mais lucrativa do que nos séculos 18 e 19, diz estudo

Escravidão

Escravidão é hoje 30 vezes mais lucrativa do que nos séculos 18 e 19, diz estudo

© Foto: Pixabay/SammisReachers
Américas
URL curta
370044
Um estudo realizado por um economista da Universidade de Harvard (EUA) indicou que a escravidão humana na atualidade é muito mais lucrativa do que àquela praticada nos séculos 18 e 19, com o uso de pessoas do Continente Africano.
Conduzido pelo norte-americano Siddharth Kara, o trabalho apontou que os exploradores de hoje do trabalho escravo lucram entre 25 e 30 vezes mais do que aqueles traficantes de pessoas dos séculos passados, em um negócio anual de US$ 150 bilhões.
Os detalhes do estudo foram publicados nesta segunda-feira pelo jornal britânico The Guardian e tomam por base o trabalho do economista para o livro Modern Slavery (Escravidão Moderna, em tradução livre), que será publicado nos EUA em outubro.
Kara buscou dados de 51 países e, ao longo de 15 anos, compilou a sua pesquisa. Ele ainda ouviu durante o trabalho mais de 5.000 vítimas do trabalho escravo.

“A escravidão hoje é mais rentável do que eu poderia ter imaginado”, afirmou o economista à publicação. Segundo os seus cálculos, o lucro gerado por um escravo ao seu explorador atinge US$ 3.978 (quase R$ 12,5 mil). Quando a exploração é sexual, o lucro é 10 vezes esse valor, podendo chegar a US$ 36 mil (R$ 112,6 mil).
O montante gerado com a escravidão moderna para fins sexuais corresponde à metade do total gerado pelo crime na atualidade, embora esse tipo de exploração responda por 5% das vítimas de trabalho escravo no século 21.
“A vida humana se tornou mais descartável do que nunca […]. A ineficiência da resposta global à escravidão moderna permite que essa prática continue existindo. A não ser que a escravidão humana seja entendida como uma forma cara e arriscada de exploração do trabalho alheio, essa realidade não vai mudar”, avaliou Kara.
De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ao menos 21 milhões de pessoas pelo mundo são exploradas em algum modelo de escravidão moderna. Conflitos bélicos e fluxos migratórios possuem papel importante nesse processo, segundo especialistas.

90 % DOS ESTADOS EUROPEUS SÃO ESCRAVAGISTAS POR EXCELÊNCIA, E DIZEM QUE SÃO CIVILIZADOS - Lucrativa, escravidão moderna está em crescendo na Europa, aponta pesquisa

Imigrantes recebem alimentos em campo de refugiados da cidade de Calais, no norte da França

Lucrativa, escravidão moderna está em crescendo na Europa, aponta pesquisa

© AP Photo/ Emilio Morenatti
Europa
URL curta
677512
O risco da escravidão moderna cresceu em 20 dos 27 países que integram a União Europeia, segundo dados divulgados nesta semana por uma pesquisa intitulada Modern Slavery Index 2017 (Índice de Escravidão Moderna 2017, em tradução livre).
Produzido pela companhia de análise de risco Verisk Maplecroft, o levantamento apontou que os maiores riscos de aumento do trabalho escravo na Europa se encontram em cinco países: Itália, Romênia, Grécia, Bulgária e Chipre.
Coincidentemente, esses cinco países já são conhecidos como as principais rotas de entrada de imigrantes no Velho Continente. E esses fluxos migratórios são formados, majoritariamente, por pessoas vulneráveis e propensas a serem exploradas.
“A crise dos migrantes aumentou o risco de incidentes de escravidão aparecendo nas cadeias de fornecimento da empresa em toda a Europa”, afirmou Sam Haynes, analista sênior de direitos humanos da Verisk Maplecroft.
De acordo com Alexandra Channer, analista de Direitos Humanos da empresa responsável pela pesquisa, a vulnerabilidade dos imigrantes já começa do seu ponto de origem, “geralmente estão fugindo de países de violência e pobreza extrema”, disse ela à rede de TV norte-americana CNN.

“Geralmente eles [imigrantes] estão chegando nas mãos de contrabandistas de pessoas e, em seguida, rapidamente estão presos nas mãos de bandos de tráfico. As chances são de que, antes mesmo de entrar no local de trabalho, eles já estão em condições de escravidão moderna”, completou.
Fora da Europa, o pior cenário de queda no incide foi encontrado na Turquia, que recebe o maior contingente mundial de refugiados sírios. Na Ásia, países conhecidos pela farta oferta de mão de obra barata – Bangladesh, China, Índia, Indonésia, Malásia, Myanmar, Filipinas, e Tailândia também aparecem mal avaliados.
Já o top 10 do levantamento é liderado pela Coreia do Norte, nação que é seguida pelos seguintes países: Síria, Sudão do Sul, Iêmen, República Democrática do Congo, Sudão, Irã, Líbia, Eritréia e Turquemenistão.
O que é escravidão moderna
Definindo a escravidão moderna como um “termo guarda-chuva para escravidão, servidão, tráfico de pessoas e trabalho forçado ou compulsório”, o índice mede a força das leis, a eficácia da aplicação da lei e a gravidade das violações em 198 países pelo mundo.
O relatório apontou que 60% do total de países classificados na categoria “alto” ou “risco extremo”.
Segundo os responsáveis pelo trabalho, a ideia é que empresas usem o índice anual para identificar onde o risco da escravidão moderna é maior em suas operações comerciais e cadeias de suprimentos, para que eles possam orientar melhor seus recursos e esforços para evitar a exploração.
“Já não são apenas os hotspots de abastecimento tradicionais nas economias emergentes em que as empresas devem prestar atenção quando o risco avaliar seus fornecedores e as commodities que eles fornecem”, esclareceu Haynes.

A LUCIDEZ DO MAGISTRADO AO SE REFERIR A ESCRAVIDÃO NO BRASIL - Talvez a escravidão nunca tenha sido abolida no Brasil, diz juiz do trabalho

Uma maquete de uma estátua comemorativa dos africanos escravizados cujas vidas foram perdidas durante o tráfico de escravos. A estátua é erguida em Hyde Park, Londres

Talvez a escravidão nunca tenha sido abolida no Brasil, diz juiz do trabalho

© AFP 2017/ Ben Stensall
Brasil
URL curta
221104151
A portaria do Ministério do Trabalho que estabelece novas regras para a caracterização de trabalho análogo ao escravo e dificulta a divulgação da "lista suja" dos empregadores que utilizam mão de obra escrava é um "retrocesso". A avaliação é de Guilherme Feliciano, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
A portaria publicada desta segunda-feira (16) define que a publicação da lista de trabalho escravo seja decidida pelo ministro do Trabalho — anteriormente a divulgação era uma tarefa de funcionários técnicos do setor. Para Guilherme, esta situação favorece um "juízo de oportunidade e conveniência".

Outro ponto alterado é a classificação de trabalho escravo. Anteriormente, trabalho escravo era aquele caracterizado por servidão por dívida, trabalho forçado, jornada exaustiva ou condição degradante. Agora, o trabalho escravo passa a ser definido pelo uso de coação, cerceamento do uso de meios de transporte, isolamento geográfico, confisco de documentos dos trabalhadores e segurança armada.
Para o presidente da Anamatra, as mudanças "restringem" a caracterização do trabalho escravo e são um "reducionismo da lei".
Escravidão
"O fato é que provavelmente ele [o trabalho escravo] nunca tenha deixado de existir desde a abolição em 1888. E há estudos históricos neste respeito, a escravidão foi tomando novas feições e foi se acomodando nos vários rincões do país de diversas maneiras, mas abolida, de fato, talvez ela nunca tenha sido, e isso chega ao século XXI", afirma Feliciano. 
O presidente da Anamatra é também juiz do Trabalho da 15ª Região (Campinas). Para ele, o Brasil apenas reconheceu a persistência do trabalho escravo em seu território na década de 1990, quando passou a praticar políticas públicas para combatê-lo e virou referência no cenário internacional.
Agora, contudo, "dá um passo para trás que é de lamentar", diz Feliciano em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Segundo a Repórter Brasil, mais de 52 mil trabalhadores escravizados foram resgatados desde 1995. O setor que mais foi flagrado utilizando esta mão de obra é o da pecuária, que concentra 31% dos casos.
32% dos escravos resgatados são analfabetos.
Repercussão
A portaria do Ministério do Trabalho teve repercussão negativa no Brasil e no exterior.
Segundo a Folha de S. Paulo, auditores que fiscalizam o trabalho escravo decidiram paralisar suas atividades em 21 Estados.
A própria Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que trata-se de um "retrocesso". Dodge foi recentemente escolhida para o cargo pelo presidente Michel Temer (PMDB).
O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público Federal (MPF) recomendaram a revogação da portaria.
No campo internacional, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou que o Brasil passou a ser um exemplo negativo no combate ao trabalho escravo.
Já o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse à GloboNews que as mudanças são "um pleito antigo da classe produtora" e que "nós só temos a comemorar". Maggi é membro da Frente Parlamentar Agropecuária — coalizão ruralista que afirma reunir mais de 200 deputados federais.
Nesta semana, a Câmara dos Deputados começou a discutir a denúncia contra Temer por organização criminosa e obstrução da justiça. Caso menos que 342 deputados votem pela não instauração do processo de investigação, Temer pode ser afastado do cargo de presidente da República.