sábado, 21 de outubro de 2017

ISRAEL SIONISTA PROVOCA SURTOS MIGRATÓRIOS ATRAVÉS DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS - Escravidão é hoje 30 vezes mais lucrativa do que nos séculos 18 e 19, diz estudo

Escravidão

Escravidão é hoje 30 vezes mais lucrativa do que nos séculos 18 e 19, diz estudo

© Foto: Pixabay/SammisReachers
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Um estudo realizado por um economista da Universidade de Harvard (EUA) indicou que a escravidão humana na atualidade é muito mais lucrativa do que àquela praticada nos séculos 18 e 19, com o uso de pessoas do Continente Africano.
Conduzido pelo norte-americano Siddharth Kara, o trabalho apontou que os exploradores de hoje do trabalho escravo lucram entre 25 e 30 vezes mais do que aqueles traficantes de pessoas dos séculos passados, em um negócio anual de US$ 150 bilhões.
Os detalhes do estudo foram publicados nesta segunda-feira pelo jornal britânico The Guardian e tomam por base o trabalho do economista para o livro Modern Slavery (Escravidão Moderna, em tradução livre), que será publicado nos EUA em outubro.
Kara buscou dados de 51 países e, ao longo de 15 anos, compilou a sua pesquisa. Ele ainda ouviu durante o trabalho mais de 5.000 vítimas do trabalho escravo.

“A escravidão hoje é mais rentável do que eu poderia ter imaginado”, afirmou o economista à publicação. Segundo os seus cálculos, o lucro gerado por um escravo ao seu explorador atinge US$ 3.978 (quase R$ 12,5 mil). Quando a exploração é sexual, o lucro é 10 vezes esse valor, podendo chegar a US$ 36 mil (R$ 112,6 mil).
O montante gerado com a escravidão moderna para fins sexuais corresponde à metade do total gerado pelo crime na atualidade, embora esse tipo de exploração responda por 5% das vítimas de trabalho escravo no século 21.
“A vida humana se tornou mais descartável do que nunca […]. A ineficiência da resposta global à escravidão moderna permite que essa prática continue existindo. A não ser que a escravidão humana seja entendida como uma forma cara e arriscada de exploração do trabalho alheio, essa realidade não vai mudar”, avaliou Kara.
De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ao menos 21 milhões de pessoas pelo mundo são exploradas em algum modelo de escravidão moderna. Conflitos bélicos e fluxos migratórios possuem papel importante nesse processo, segundo especialistas.

90 % DOS ESTADOS EUROPEUS SÃO ESCRAVAGISTAS POR EXCELÊNCIA, E DIZEM QUE SÃO CIVILIZADOS - Lucrativa, escravidão moderna está em crescendo na Europa, aponta pesquisa

Imigrantes recebem alimentos em campo de refugiados da cidade de Calais, no norte da França

Lucrativa, escravidão moderna está em crescendo na Europa, aponta pesquisa

© AP Photo/ Emilio Morenatti
Europa
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O risco da escravidão moderna cresceu em 20 dos 27 países que integram a União Europeia, segundo dados divulgados nesta semana por uma pesquisa intitulada Modern Slavery Index 2017 (Índice de Escravidão Moderna 2017, em tradução livre).
Produzido pela companhia de análise de risco Verisk Maplecroft, o levantamento apontou que os maiores riscos de aumento do trabalho escravo na Europa se encontram em cinco países: Itália, Romênia, Grécia, Bulgária e Chipre.
Coincidentemente, esses cinco países já são conhecidos como as principais rotas de entrada de imigrantes no Velho Continente. E esses fluxos migratórios são formados, majoritariamente, por pessoas vulneráveis e propensas a serem exploradas.
“A crise dos migrantes aumentou o risco de incidentes de escravidão aparecendo nas cadeias de fornecimento da empresa em toda a Europa”, afirmou Sam Haynes, analista sênior de direitos humanos da Verisk Maplecroft.
De acordo com Alexandra Channer, analista de Direitos Humanos da empresa responsável pela pesquisa, a vulnerabilidade dos imigrantes já começa do seu ponto de origem, “geralmente estão fugindo de países de violência e pobreza extrema”, disse ela à rede de TV norte-americana CNN.

“Geralmente eles [imigrantes] estão chegando nas mãos de contrabandistas de pessoas e, em seguida, rapidamente estão presos nas mãos de bandos de tráfico. As chances são de que, antes mesmo de entrar no local de trabalho, eles já estão em condições de escravidão moderna”, completou.
Fora da Europa, o pior cenário de queda no incide foi encontrado na Turquia, que recebe o maior contingente mundial de refugiados sírios. Na Ásia, países conhecidos pela farta oferta de mão de obra barata – Bangladesh, China, Índia, Indonésia, Malásia, Myanmar, Filipinas, e Tailândia também aparecem mal avaliados.
Já o top 10 do levantamento é liderado pela Coreia do Norte, nação que é seguida pelos seguintes países: Síria, Sudão do Sul, Iêmen, República Democrática do Congo, Sudão, Irã, Líbia, Eritréia e Turquemenistão.
O que é escravidão moderna
Definindo a escravidão moderna como um “termo guarda-chuva para escravidão, servidão, tráfico de pessoas e trabalho forçado ou compulsório”, o índice mede a força das leis, a eficácia da aplicação da lei e a gravidade das violações em 198 países pelo mundo.
O relatório apontou que 60% do total de países classificados na categoria “alto” ou “risco extremo”.
Segundo os responsáveis pelo trabalho, a ideia é que empresas usem o índice anual para identificar onde o risco da escravidão moderna é maior em suas operações comerciais e cadeias de suprimentos, para que eles possam orientar melhor seus recursos e esforços para evitar a exploração.
“Já não são apenas os hotspots de abastecimento tradicionais nas economias emergentes em que as empresas devem prestar atenção quando o risco avaliar seus fornecedores e as commodities que eles fornecem”, esclareceu Haynes.

A LUCIDEZ DO MAGISTRADO AO SE REFERIR A ESCRAVIDÃO NO BRASIL - Talvez a escravidão nunca tenha sido abolida no Brasil, diz juiz do trabalho

Uma maquete de uma estátua comemorativa dos africanos escravizados cujas vidas foram perdidas durante o tráfico de escravos. A estátua é erguida em Hyde Park, Londres

Talvez a escravidão nunca tenha sido abolida no Brasil, diz juiz do trabalho

© AFP 2017/ Ben Stensall
Brasil
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A portaria do Ministério do Trabalho que estabelece novas regras para a caracterização de trabalho análogo ao escravo e dificulta a divulgação da "lista suja" dos empregadores que utilizam mão de obra escrava é um "retrocesso". A avaliação é de Guilherme Feliciano, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
A portaria publicada desta segunda-feira (16) define que a publicação da lista de trabalho escravo seja decidida pelo ministro do Trabalho — anteriormente a divulgação era uma tarefa de funcionários técnicos do setor. Para Guilherme, esta situação favorece um "juízo de oportunidade e conveniência".

Outro ponto alterado é a classificação de trabalho escravo. Anteriormente, trabalho escravo era aquele caracterizado por servidão por dívida, trabalho forçado, jornada exaustiva ou condição degradante. Agora, o trabalho escravo passa a ser definido pelo uso de coação, cerceamento do uso de meios de transporte, isolamento geográfico, confisco de documentos dos trabalhadores e segurança armada.
Para o presidente da Anamatra, as mudanças "restringem" a caracterização do trabalho escravo e são um "reducionismo da lei".
Escravidão
"O fato é que provavelmente ele [o trabalho escravo] nunca tenha deixado de existir desde a abolição em 1888. E há estudos históricos neste respeito, a escravidão foi tomando novas feições e foi se acomodando nos vários rincões do país de diversas maneiras, mas abolida, de fato, talvez ela nunca tenha sido, e isso chega ao século XXI", afirma Feliciano. 
O presidente da Anamatra é também juiz do Trabalho da 15ª Região (Campinas). Para ele, o Brasil apenas reconheceu a persistência do trabalho escravo em seu território na década de 1990, quando passou a praticar políticas públicas para combatê-lo e virou referência no cenário internacional.
Agora, contudo, "dá um passo para trás que é de lamentar", diz Feliciano em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Segundo a Repórter Brasil, mais de 52 mil trabalhadores escravizados foram resgatados desde 1995. O setor que mais foi flagrado utilizando esta mão de obra é o da pecuária, que concentra 31% dos casos.
32% dos escravos resgatados são analfabetos.
Repercussão
A portaria do Ministério do Trabalho teve repercussão negativa no Brasil e no exterior.
Segundo a Folha de S. Paulo, auditores que fiscalizam o trabalho escravo decidiram paralisar suas atividades em 21 Estados.
A própria Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que trata-se de um "retrocesso". Dodge foi recentemente escolhida para o cargo pelo presidente Michel Temer (PMDB).
O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público Federal (MPF) recomendaram a revogação da portaria.
No campo internacional, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou que o Brasil passou a ser um exemplo negativo no combate ao trabalho escravo.
Já o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse à GloboNews que as mudanças são "um pleito antigo da classe produtora" e que "nós só temos a comemorar". Maggi é membro da Frente Parlamentar Agropecuária — coalizão ruralista que afirma reunir mais de 200 deputados federais.
Nesta semana, a Câmara dos Deputados começou a discutir a denúncia contra Temer por organização criminosa e obstrução da justiça. Caso menos que 342 deputados votem pela não instauração do processo de investigação, Temer pode ser afastado do cargo de presidente da República. 

CHINA MOSTRA SEU PODER E DEIXA OS EUA EM DESVANTAGEM, INCLUSIVE TECNOLÓGICA - Repartição global: por que cria China o exército mais poderoso do mundo?

Desfile militar na China (foto de arquivo)

Repartição global: por que cria China o exército mais poderoso do mundo?

© AP Photo/ Ng Han Guan
Ásia e Oceania
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De acordo com o líder chinês, Xi Jinping, no futuro próximo as Forças Armadas do seu país apresentarão uma frota oceânica bem desenvolvida para operações em qualquer ponto do mundo, aviões furtivos, armas hipersônicas e tropas de mísseis estratégicas, que serão capazes de desafiar os líderes reconhecidos do "clube nuclear".
No 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da China, ele prometeu reequipar até 2035 o exército chinês com novo material militar, e até 2050 torná-lo na força militar mais poderosa do mundo. Os jornalistas da Sputnik analisaram os caminhos de desenvolvimento do Exército de Libertação Popular, e como isso, por sua vez, afetará o equilíbrio de forças global.
Nova doutrina

Os ritmos de desenvolvimento militar da China impressionam. De acordo com os dados oficiais, neste ano seu orçamento de defesa aumentou 7% e somou 1,78 trilhões de yuanes (R$ 493 bilhões). Contudo, segundo previsões não oficiais de analistas, que levam em conta rubricas "secretas" do orçamento, o volume total de gastos militares da China já superou os 200 bilhões de dólares (R$ 634 bilhões). Mesmo assim, neste sentido a China ocupa o segundo lugar no mundo depois dos EUA, e o primeiro em termos do número de efetivos. Hoje em dia, no Exército de Libertação Popular prestam serviço mais de dois milhões de pessoas. E a tendência é que a quantidade se esteja transformando rapidamente em qualidade.
No início deste ano, na China foi fundado o Conselho Central para Desenvolvimento Militar e Civil Integrado, cujos objetivos incluem a realização de pesquisas para criação de novas tecnologias de defesa, a elaboração e implementação de concepções estratégicas e táticas, a análise da experiência estrangeira e, possivelmente, até a espionagem industrial. O Conselho é liderado por Xi Jinping.

O especialista em assuntos da China Vasily Kashin disse à Sputnik que os EUA já estão realizando uma doutrina parecida que se chama Terceira Estratégia de Compensação.
"A essência dela é a concentração dos recursos nas principais direções: nanotecnologias e biotecnologias, inteligência artificial, robótica, armas hipersônicas, cibersegurança e assim por diante. O programa é destinado à criação de um arsenal de armamentos com capacidades revolucionárias, o que constituirá o ‘exército do futuro'."
O especialista frisou que a estratégia norte-americana visa conter o desenvolvimento militar da China, o que fica claro pelas publicações na mídia norte-americana, pelos discursos dos políticos dos EUA, bem como pelos trabalhos científicos sobre a nova estratégia. Por sua vez, Pequim não tem interesse em que no futuro próximo Washington obtenha uma supremacia tão evidente.
Se livrar das 'velharias'

A chefia militar do país considera que uma das tarefas mais ambiciosas no âmbito da modernização do exército chinês é a renovação do conjunto de equipamentos militares das tropas terrestres. Hoje em dia, a China dispõe de cerca de oito mil tanques de guerra. Cerca de um terço de toda a quantidade são Type-59 que já ficaram velhos e obsoletos, sendo projetados na base dos tanques soviéticos T-55 no fim dos anos 50 do século passado. No quadro da modernização, estes “veteranos” serão substituídos gradualmente pelos Type-96 e Type-99 modernos. Além disso, neste ano se iniciou a produção em série de veículos VT-4, que os especialistas consideram como um equipamento intermédio entre os tanques de terceira e quarta geração.
O mesmo se passa com veículos blindados, artilharia, sistemas de defesa antiaérea e assim por diante. As "cópias" de veículos soviéticos dos anos 60-70 têm sido gradualmente substituídas por veículos modernos. O mesmo acontece no caso da Força Aérea chinesa. Em 2013, a China terminou a fabricação de caças J-7, uma cópia autorizada do MiG-21. Ao mesmo tempo, caças mais modernos J-10 e J-11 continuam completando a Força Aérea da China.
O futuro da aviação chinesa é o caça da quinta geração J-20, que será adotado ao serviço até 2019.
Frota expedicionária

Os ritmos de modernização da Marinha chinesa também surpreendem. Em 10 anos, as autoridades da China conseguiram incentivar o programa de construção de submarinos e navios de superfície de todas as classes, incluindo cruzadores e porta-aviões. Um grande interesse representa o fortalecimento pela China de seu potencial expedicionário. Uma atenção especial é dedicada à construção de navios para transporte de grandes contingentes militares com equipamento e armamento a distâncias longas.
Em julho deste ano, a nova plataforma de desembarque MLP 868 Donghaidao e o navio de desembarque do projeto 071 Jinggangshan foram enviados até ao litoral de Djibuti para iniciar a construção da primeira base militar chinesa. Um interesse especial representa o Donghaidao. Além da China, hoje em dia apenas os EUA possuem navios da classe MLP (Mobile Landing Platform em inglês, plataforma móvel de desembarque). O Pentágono qualifica os navios da classe MLP como bases expedicionárias móveis, destinadas a operações de desembarque de grande escala a grandes distâncias de infraestruturas litorais de aliados. Assim, o Donghaidao representa uma unidade naval autônoma, que é capaz de criar no litoral inimigo uma testa de ponte para posterior desembarque das forças principais.
Além disso, em 2017 foi lançado à água o segundo porta-aviões chinês Shandong que, tal como o primeiro, Liaoning, é um "parente" do Admiral Kuznetsov russo. A China tem planos para construir mais um navio do projeto semelhante.
O especialista Vasily Kashin aponta que depois do terceiro navio, os chineses iniciarão a elaboração de um navio completamente novo.
"Ainda não se sabe muito sobre ele [o navio], contudo, já é óbvio que este será nuclear e maior que o Liaoning e Shandong. Ele será capaz de transportar mais caças e aviões de apoio, bem como permanecer mais tempo em regime autônomo. Estes navios serão utilizados pelas autoridades da China a fim de projetar sua força em qualquer ponto do Oceano Global."
Espaço e tecnologias de ponta
No que se refere às tecnologias de ponta, a China continua alcançando os EUA. No ano passado, o Pentágono comunicou que a inteligência norte-americana registrou em 2014-2016 sete lançamentos de teste do veículo aéreo hipersônico chinês DF-ZF. Tais sistemas são capazes de atingir a velocidade de mais de 6.000 km/h e podem ser aplicados para transporte de ogivas até ao alvo. Acredita-se que essas munições são impossíveis de serem interceptadas pelos meios de defesa antiaérea e antimíssil.
Além disso, a China está desenvolvendo ativamente veículos aéreos não tripulados da nova geração. Em particular, em fevereiro deste ano, os chineses fabricaram um veículo aéreo não tripulado que funciona com energia solar. Os cientistas afirmam que, graças a esta tecnologia, o veículo poderá ficar no ar mais tempo que os drones tradicionais.

Nas próximas décadas, a China continuará reforçando seu agrupamento orbital de sondas espaciais. Em termos de quantidade de satélites militares, a China ocupa o segundo lugar depois dos EUA. O Exército de Libertação Popular continua desenvolvendo seu sistema de satélites de posicionamento global Compass, que tem dupla finalidade. No fim de 2015, a China iniciou a formação do escalão espacial do sistema de alerta contra ataques de mísseis. Ela colocou em órbita o primeiro satélite experimental com sensor de infravermelho que permite registrar lançamentos de mísseis balísticos.
Em meio a uma "militarização" tão forte da China, a intensificação de laços militares entre a Rússia e a China provoca preocupações por parte dos EUA. Vale ressaltar que em junho o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, e seu homologo chinês, Chang Wanquan, assinaram o acordo sobre a intensificação das relações mútuas no campo da defesa para 2017-2020. De fato, uma aliança entre os dois estados mais poderosos em termos militares da Eurásia poderia desafiar até as forças combinadas da OTAN. Mesmo que ainda seja cedo demais para afirmar isso, de acordo com especialistas trata-se de um nível sem precedentes de colaboração entre as forças armadas das duas partes. Rússia e China realizam regularmente manobras conjuntas, jogos militares e troca de experiência. A China não considera a Rússia como um inimigo potencial.
Vasily Kashin ressalta que depois do colapso da União Soviética a China não tem rivais na região, acrescentando que "a China tem relações marcadamente amistosas com a Rússia".

ONU COMANDAVA UM EXÉRCITO DE ESTUPRADORES NO HAITI - Haitianas estupradas por soldados da ONU contam suas histórias à Sputnik (EXCLUSIVO)

RÚSSIA MOSTRA SUA SUPERIORIDADE MUNDIAL NA ROBÓTICA DE GUERRA - Sem precedentes: Rússia vai organizar competições de robôs militares

Robô submarino russo, foto de arquivo

Sem precedentes: Rússia vai organizar competições de robôs militares

© Sputnik/ Vitaliy Ankov
Rússia
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A Rússia organizará as primeiras competições de robôs navais em Vladivostok (Extremo Oriente russo) já em 2018, informou o vice-diretor do Centro Nacional de Desenvolvimento de Tecnologias e Elementos de Robótica, que trabalha em estreita colaboração com o Fundo de Pesquisa Avançada (FPI), Aleksei Kononov.
"A pedido da Comissão Militar-Industrial e o do vice-premiê russo Dmitry Rogozin, a FPI organizará em 2018 competições de larga escala de robôs navais, que decorrerão na Universidade Federal do Extremo Oriente", disse Kononov para a Sputnik.
Os participantes competirão em três grupos principais: drones submarinos com controle remoto, dispositivos autônomos não tripulados e lançamentos não tripulados.
Além de estudantes e especialistas em robótica, das competições poderão participar representantes dos ministérios da Defesa, das Situações de Emergência, Educação e Ciência, do Serviço Federal de Proteção e da Guarda Nacional da Rússia.

"A robótica naval pretende realizar inúmeras missões relacionadas com a garantia da segurança do Estado, a proteção do meio ambiente, o monitoramento das bacias hidrográficas e a luta contra a caça e pesca furtivas", afirmou Kononov.
Ele disse que o uso de robôs poderá resolver o problema da monitorização dos espaços aquáticos extensos, particularmente nas regiões escassamente povoadas da Rússia.
"As competições em questão são um método eficaz para descobrir equipamentos capazes de resolver problemas técnicos e científicos complexos e, futuramente, para realizar projetos em matéria de tecnologias avançadas", explicou.
O Fundo de Pesquisa Avançada foi criado em 2012 e atualmente trabalha em mais de 50 projetos, em laboratórios criados nas mais prestigiadas instituições educacionais e científicas da Rússia.
Em 2015, o Centro Nacional de Desenvolvimento de Tecnologias e Elementos de Robótica começou a operar no quadro do Fundo de Pesquisa Avançada.

Cristina Kirchner concorre a uma cadeira do Senado argentino. A ex-presidente Cristina Kirchner encerrou sua campanha ao Senado argentino com um ato acompanhado por 100 mil pessoas no estádio de futebol do Racing, localizado em Avellaneda, na grande Buenos Aires, nesta terça-feira (17).

  • Cristina Kirchner concorre a uma cadeira do Senado argentino.






























  • A ex-presidente governou entre 2007 e 2015.
  • Seu partido é o Unidade Cidadã.
Cristina Kirchner concorre a uma cadeira do Senado argentino.
A ex-presidente Cristina Kirchner encerrou sua campanha ao Senado argentino com um ato acompanhado por 100 mil pessoas no estádio de futebol do Racing, localizado em Avellaneda, na grande Buenos Aires, nesta terça-feira (17).

As pesquisas indicam que a presidente entre 2007 e 2015 deve ser eleita, mas ela pode não ser a mais votada da província de Buenos Aires. Três cadeiras estão em jogo.
As eleições irão ocorrer no domingo, dia 22, e marcam uma importante data para os opositores do presidente Mauricio Macri, que busca consolidar sua posição.

TERRORISTAS MANTIDOS POR ISRAEL NA SÍRIA TORTURAVAM CRISTÃOS - Exército sírio liberta cidade onde reféns cristãos foram mantidos por vários meses

Exército sírio, foto de arquivo

Exército sírio liberta cidade onde reféns cristãos foram mantidos por vários meses

© Sputnik/ Valery Melnikov
Oriente Médio e África
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As tropas governamentais sírias junto com as milícias efetuaram a "limpeza" dos arredores da cidade de Al-Qaryataynn, ocupados por militantes da organização terrorista Daesh (proibida na Rússia e em vários outros países) há várias semanas atrás, comunicou uma fonte da milícia.
"O exército e milícias expulsaram todos os terroristas das regiões anteriormente ocupadas perto de Al-Qaryataynn. A cidade está sob controlo total do exército sírio", afirmou a fonte.
Na sexta-feira (20), os terroristas tentaram atacar as posições das tropas governamentais na entrada da cidade. O ataque foi repelido com sucesso, porém, 3 militares morreram na sequência da explosão de um carro minado com um homem-bomba.

Em 1 de outubro, os terroristas tentaram assaltar a cidade, mas não conseguiram. Após confrontos violentos, os terroristas foram cercados nos arredores da cidade.
Al-Qaryataynn fica na estrada nacional entre Damasco e Palmira, a 120 km da fronteira síria.
As tropas governamentais sírias, apoiadas pela Força Aeroespacial russa, libertaram Al-Qaryataynn na primavera de 2016. Os terroristas deixaram a povoação com 168 reféns cristãos, ameaçando decapitá-los caso o exército começasse a assaltar a cidade. Ao longo de 6 meses, os cristãos de Al-Qaryataynn têm sido libertados em grupos pequenos, após o que a cidade foi cercada e libertada.

JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL ESTIMULAM O RACISMO NOS EUA - Volta ao século XVII? Foto de criança negra com correias provoca indignação nos EUA

Protesto contra racismo da polícia nos EUA

Volta ao século XVII? Foto de criança negra com correias provoca indignação nos EUA

© AFP 2017/ Jewel Samad
Américas
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A imagem de uma menina negra que aparentemente estava presa com correias em uma escola dos EUA causou um escândalo na cidade de Bridgwater, no estado de Massachusetts.

O incidente ocorreu durante uma aula dedicada ao estilo de vida do século XVII.
No decorrer da aula, a professora e as crianças vestiram fantasias temáticas e tiraram fotos.
Em uma dessas imagens, publicada nas redes sociais, se pode ver a professora rodeada por duas crianças que puxam com correias sua condiscípula negra ajoelhada no chão.
​"O que poderiam pensar depois de olhar para essa imagem fora do contexto da aula? É óbvio com o que se parece, é nojento", disse um dos pais da menina, citado pela CBS.
A mídia dos EUA também informou que o diretor da escola onde ocorreu o incidente já havia se desculpado pelo que aconteceu, enfatizando que nenhuma tentativa foi feita de humilhar qualquer criança.
Afinal de contas, as correias não se destinavam a prender os "escravos negros" mas eram, sim, um apetrecho usado pelo povo do século XVII para ensinar as crianças a caminhar.

GRUPO TERRORISTA TALIBAN É SUSTENTADO E DIRIGIDO PELOS JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL - Atentado do Talibã mata 15 no Afeganistão

Militar norte-americano no Afeganistão, foto de arquivo

Atentado do Talibã mata 15 no Afeganistão

© AP Photo/ Maya Alleruzzo
Oriente Médio e África
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Pelo menos 15 pessoas foram mortas e outras quatro ficaram feridas após uma explosão perto da Academia Militar Marshal Fahim em Cabul, informou a mídia local no sábado (21).

Todas as vítimas eram militares e foram atingidas quando seu ônibus foi interceptado por um homem-bomba. De acordo com o canal 1TV News, o grupo terrorista Talibã assumiu a responsabilidade pelo ataque.
A missão de apoio da OTAN no Afeganistão afirmou que o atentado representa "um ataque ao futuro do Afeganistão e das Forças de Defesa e Segurança do Afeganistão" e comprava o desespero dos terroristas por não conseguirem sustentar um confronto no campo de batalha.
Poucos momentos antes do ataque na Academia Militar, vários foguetes atingiram o distrito de Wazir Akbar Khan, em Cabul, onde estão localizados muitos edifícios governamentais e embaixadas estrangeiras.
Na sexta-feira, pelo menos 59 pessoas morreram em Cabul quando uma explosão atingiu a mesquita Imam Zaman na parte ocidental da cidade. O Daesh revindicou a responsabilidade pelo ataque.